Escrever é acessível. A maioria das pessoas entende fazer isso. Se você está lendo isso, consegue escrever. Mas você consegue digitar bem? Sua escrita consegue se conectar com as pessoas? Ela envolve os leitores, atraindo-os até o fim da página? Sua escrita inspira ação, venda de coisas, serviços ou ideias? Nesse caso, você tem uma robusta jeito à tua insistência: você pode prender a atenção, uma mercadoria valiosa. Mais significativo, você podes influenciar o livre arbítrio. David Ogilvy, a potência criativa por trás da Ogilvy & Mather, entendeu isso. Ele respeitava o potencial da sensacional escrita.
Ogilvy em um memorando pra tua equipe gerencial. A nota, redigida em 1982, apareceu posteriormente em Ogilvy Inédito, uma coleção de cartas e discursos incisivos do homem considerado “O Pai da Publicidade”. Ele fechou o memorando com “dez informações” que qualquer um poderia pôr para aprimorar sua escrita. A extenso revelação: Kenneth Roman, Joel Raphaelson e David Ogilvy eram amigos íntimos.
- ½ Colher de sopa de suco de limão
- Que tal transformar uma parede em um enorme mural de imagens
- Usar pratos menores, isto faz você pôr menos
- O que faço se ele só quer consumir alimentos que fazem mal
- dois pacotes (12 gramas) de gelatina incolor
- 5 Mídias 5.Um Filmes
- 06-05-2015 às 13:37:02
- 22 de março de 2013 às 21:00
Na verdade, Roman atuou como CEO da agência, o que explica a menção direta de seu livro. Ainda é um muito bom método pra escrita corporativa. Além do conhecimento que você adquirirá com A Escrita dos Líderes, ao ler este livro algumas vezes, você conhecerá a voz, o tom e o modo de 2 excelentes escritores.
Quanto mais você ler coisas bem escritas, mais qualidade internalizará. Quanto mais particularidade você internalizar dos outros, mais fácil será identificar e retificar os problemas em sua própria escrita. LIÇÃO: a bacana escrita é o produto de uma leitura prolífica. Ryan Holiday, autor e estrategista de mídia, oferece alguns conselhos aqui: mude sua mentalidade. Se quiser ler mais, faça disso uma prioridade.
Ogilvy, pelo que se fala, era alguém pé no chão, destemida. David Letterman numa entrevista de 1983 em seu programa Late Night. Letterman estendeu a mão para cumprimentar o convidado. Ogilvy cumprimentou-o de volta sem manifestar uma palavra. Ogilvy quebrou o silêncio: “Isso aí”, falou. Ogilvy escrevia como falava, naturalmente, o que possibilitou teu sucesso como redator. LIÇÃO: a legal escrita é informal.
A menos que você esteja escrevendo um documento jurídico, relaxe seu tom. A escrita informal é menos complicada, mais fácil de ler. Ler é penoso. Requer energia, concentração e tempo, que são todos recursos finitos. Uma escrita densa e rebuscada que atenda às necessidades intrínsecas do autor, em vez das necessidades extrínsecas do leitor, não será lida. A escrita deve entregar valor, mais rápido, ao público.
A alegria pessoal do autor é irrelevante. LIÇÃO: a bacana escrita vai direto ao ponto. Estes 6 exercícios ajudarão você em ambos. É verdade, palavras grandes realizam os escritores parecerem esnobes e vaidosos. O que é pior, elas correm o risco de confundir o leitor, fazendo-o se sentir burro, desviando-o da mensagem.
Como escritor, você tem somente uma pequena chance pra capturar a atenção. Não a desperdice com frases obscuras. LIÇÃO: a boa escrita é compreendida neste instante. Reduza os riscos. Use palavras que até uma criancinha possa compreender. Precisa de socorro na possibilidade das palavras? Use o Hemingway Editor. Esta dica necessita ser interpretada com cuidado. Embora “duas páginas” seja imaterial, a ideia de Ogilvy é clara: nunca escreva mais do que o imprescindível sobre qualquer conteúdo.
Em novas palavras, se você puder resumir uma definição sem diluir o conceito por trás dela, faça isto. LIÇÃO: a sensacional escrita simplifica informações complicadas. A Grande Aposta, um video vencedor do Oscar a respeito do colapso do mercado imobiliário de 2008, quase não chegou a ser produzido porque o tópico era muito técnico para um público leigo. Obrigações hipotecárias; swaps de traço de incumprimento; obrigações de dívida colateralizada: todos esses conceitos exigiam descrição.
Como os produtores fizeram pra ceder certo? Sempre que um conceito complicado era introduzido, uma celebridade aparecia, contando uma história rápida. O que fez estas histórias serem tão eficazes e eficientes pra instruir o público? Familiaridade: as histórias eram contadas por pessoas famosas, como Selena Gomez, Anthony Bourdain e Richard Thaler, um ilustre economista. Plausibilidade: as histórias tinham importância, graças à presença de Thaler. Capacidade de liga: as histórias ocorriam em ambientes perceptíveis, como um cassino ou uma cozinha. Afinal de contas, as histórias eram metafóricas, traçando paralelos entre a instabilidade da habitação e a perda de uma mão de blackjack, por exemplo.